Postado por: Bárbara Paludeti | 28 Novembro, 2007

Ouvindo conversas de celular

No trólebus…

No banco ao lado do meu.

Provavelmente conversando com a esposa…

- Ah, mas se for assim, não dá, não sou rico.

- Ou eu vou dar roupa pras essas crianças ou sapato, os dois não dá.

- Ah é, então você faz a sua parte.

- Assim não dá, meu. Eu não vou sustentar essas crianças.

- E daí que são seus sobrinhos?!?

- Já tô chegando, tô perto sim.

- Então tchau.

Alguns bancos para trás.

- Oi, então, mas para o dia 11 eu não consegui pela manhã.

- Mas a sua volta não está garantida, só garanti a ida, ah, você pode voltar de busão.

- No dia 09, 10 ou 11? Ah, eu vou tentar… sei que no dia 11 tem um vôo de manhã, aí vc chega lá à tarde.

- Melhor, melhor. Mas eu tô falando que a sua volta não está garantida. Só a ida!

- Porque não tem passagem de volta. Não consegui.

- Tá bom, só a sua ida tá fechado, assim que finalizar, imprimo e te mando.

Minhas conclusões

Que marido mesquinho e grosso, não?

E que agente de viagem é esse que te manda pra uma viagem sem volta? Ahahahahaha…

Mas, pensando bem, até que não seria uma má idéia, oras bolas!
 

Respostas

Adorei o post no estilo “Duilio Ferronato”, hahahahaha! Essas conversas que ouvimos despretenciosamente (ou não) e que nos pegam nas horas mais imprevisíveis são as mais divertidas…rs…Parabéns pelo blog!

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