Família ê, família á, família

2010 fevereiro 2
por Bárbara Paludeti

Vou começar a escrever uma série de posts sobre a minha família. Pra começar, uma breve apresentação.

Moro com meu pai, minha mãe, meu irmão e o Pipoca, meu filho. Detalhe: meus pais são divorciados.

Minha mãe teve nove irmãos, que tiveram filhos, que já tiveram outros filhos. Da parte materna tenho uns 14 primos de 1º grau e uns 6 filhos de primos meus, que são quase meus sobrinhos, ou primos de 2º grau.

Da parte de meu pai, tenho só dois tios, um mora nos EUA com a família e outro mora perto de casa, mas é mais distante que o americano.

Minha família da parte materna é bastante unida, já foi mais, mesmo assim continua sendo, por isso temos muitas histórias para contar.

Mas para começar, farei como se fosse uma sériezinha sobre coisas que irritam meus familiares.

Sério, eu tenho uma mania que irrita profundamente meu irmão e minha mãe, juro que é inocente: quando bebo água, deixo o copo no filtro sempre com um restinho no fundo. Eles simplesmente odeiam!

No começo fazia sem querer, agora deixo só para irritá-los, funciona assim, né? Eheheheh…

De perto, nenhuma família é normal, oras bolas!

A pessoa certa na hora certa

2010 janeiro 19
por Bárbara Paludeti

Estava olhando as estatísticas do meu blog e percebi que o post “A pessoa certa na hora errada” teve alguns acessos. Então, resolvi escrever novamente, porque agora sim eu encontrei a pessoa certa na hora mais certa ainda, oras bolas! =) E estou tão feliz, mas tão feliz, que fico até sem palavras…

Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça!

2010 começou com tudo

2010 janeiro 19

Pelo menos para mim, que sou jornalista, 2010 já começou com tudo. Cheio de catástrofes que rendem grandes coberturas.

Muitas mortes por chuvas: Angra dos Reis, São Luiz do Paraitinga, São Paulo, São José do Rio Preto, Atibaia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e por aí vai… e as tragédias não deram tréguas nem no dia 1º de janeiro, na festa da virada.

E logo mais, veio a tragédia no Haiti. Um terremoto de proporções catastróficas que virá a ser o pior de toda a história, certamente. Mais do que o tsunami de 2004, lá na Ásia. Estudos dizem que os tremores neste pobre país da América Central foram piores que a bomba de Hiroshima.

Jornalisticamente, o ano começou cheio de audiência, boas histórias, porque o jornalismo é isso aí, somos como urubus em cima de carniça, o que dá ibope é a desgraça alheia. Isso é comprovado pelos números.

Óbvio que me choca ver as imagens de corpos pelas ruas no Haiti, ou anunciar mais uma morte em Angra dos Reis, ou dizer que mais uma vez o Jardim Romano, na zona leste de SP, está alagado e as pessoas estão sem casa. Mas, como dizem, são os ossos do ofício.

Por isso que vez ou outra eu insisto em chamar algo leve na home, como um macacaquinho no colo da mãe, um elefante sendo amamentado ou um urso polar brincando na neve. Também opto por chamadas divertidas, como “Amor em Londres é tão raro quanto encontrar aliens”. Quer dizer, pra mim, que tenho um sonho de infância de conhecer Londres, é uma notícia terrível, mas bem melhor do que noticiar tsunamis, guerras, mortes e tragédias isso é, oras bolas!

O que eu aprendi em 2009

2010 janeiro 4
por Bárbara Paludeti

2009 já acabou, muita coisa aconteceu e eu aprendi coisa demais neste ano que passou.

Se eu pudesse resumir o ano em uma palavra seria: aprendizado.

Aprendi que pode estar tudo indo otimamente bem na sua vida e sem mais nem menos tudo desmoronar de uma vez.

Aprendi que não é fácil gostar de alguém.

Aprendi que é complicado por demais conviver com pessoas.

Aprendi que por mais responsável, competente e dedicado que você seja profissionalmente, seu chefe nunca perceberá e/ou te reconhecerá por isso.

Aprendi que é muito, muito bom estar apaixonado.

Aprendi que é muito, muito bom estar apaixonado, isso ser recíproco e você ter um namorado lindo e cheio de afinidades.

Aprendi que é se fudendo que a gente cresce.

Aprendi que a vida não é justa de maneira nenhuma, mesmo assim é boa.

Aprendi que ter amigos é bom, mas cuidado com o que você confia à eles.

Aprendi que é muito difícil me modificar.

Aprendi que família dá mais dor de cabeça com o passar do tempo.

Aprendi que você se lasca durante muito tempo pra conseguir as coisas e alguém vai lá e rouba em segundos, depois você tem uma dor de cabeça dos infernos.

Aprendi que eu preciso ter mais ambição.

Aprendi que eu ainda tenho coisa pra caramba pra aprender.

Que em 2010 eu possa aprender muito mais, mas de maneira mais fácil, por favor, oras bolas!

Aproveitando…

2009 novembro 27

Posso falar? Me deu uma vontade de escrever aqui.

E como assim estou sem algo muito concreto pra dissertar a respeito, vou falar só de como ando me sentindo nos últimos tempos: FELIZ.

Acho que o post de retrospectiva do ano fica pra mais pra frente, mas posso adiantar que estou bastante feliz.

Sabe, não que as coisas estejam todas assim de vento em popa, tem muita coisa ainda pra melhorar… mas acho que tenho crescido ultimamente.

A reforma íntima tem me tocado de alguma maneira e a cada dia que passa vejo o quanto ainda tenho que aprender e evoluir, bendita caderneta, hehehehe.

E falando nesse negócio de se reformar interiormente, nos últimos tempos também fiz uma coisa muito boa comigo mesma: resolvi me dar a chance de experimentar e quebrei preconceitos bobos.

O resultado? Genial! Estou experimentando sensações muito boas, sorrindo mais (como me disseram), sendo mais boba, me dedicando, contorcendo o estômago, heheheh.

Coloquei em prática aquele meu mantra, que falei há um tempo atrás, e deu suuuuuper certo.

Talvez você esteja se perguntando, “nossa, o que está rolando?”.

É simples, estou apaixonada, oras bolas!

Sinal da idade

2009 novembro 5
por Bárbara Paludeti

Comecei a usar creme antissinais. Medo, muito mesmo mesmo, oras bolas!

Ai, as férias

2009 outubro 28
por Bárbara Paludeti

Pela primeira vez na minha vida bandida de trabalhadora, eu tirei férias!!! Bom, foram folgas acumuladas, mas foram 20 dias longe do trabalho, adoooooooooro! Uma vez ouvi que férias é a palavra mais doce da língua portuguesa, e não é que tinham razão? Ô delícia, pena que tudo que é bom, dura pouco, heheheh!

Já no primeiro dia de férias, embarquei, pra não perder tempo. Fiquei 10 dias viajando, 5 dias em Buenos Aires e 5 dias em Santiago. Roteiro mais clichê possível, fomos conhecer os pontos turísticos-mais-batidos meeeeesmo e foi tudo muito bom, uma delííííícia. Adorei mesmo!

Em Buenos Aires, comi parrillada, empanada, alfajor caseiro, comprei alfajor, entrei na Casa Rosada, fui pra San Telmo, El Caminito, passei perto da Bombonera, andei em Puerto Madero, comprei na Florida, na Córdoba, fui pra Colonia del Sacramento, no Ururguai… adorei tudo.

viagem 049

Essa é só pra provar que estive na Casa Rosada!

Em Santiago, comi peixe, carne, jardim de mariscos, visitei uma vinícola, trouxe vinhos chilenos, fui na Plaza de Armas, no Palácio de la Moneda, fui pra Valparaíso, Viña del Mar e Valle Nevado.

viagem 602

Óbvio que tinha que ter uma na neve!

As conclusões às quais cheguei foram que, realmente, a rivalidade entre brasileiros e argentinos é coisa só do futebol, os argentinos nos adooooooooooram, pode ser porque éramos brasileirAs e porque gastamos pra caramba lá na terra deles, hehehehe. Todos os porteños são muito galanteadores, desde o taxista sem dente, o gato do café Tortoni, o recepcionista do hotel, o garçom, o velhinho dono do restaurante, o chico adolescente e o niño com seu papá. Já os chilenos deixam a desejar no quesito simpatia e beleza, mas tá valendo.

Amei Santiago e toda a majestade da Cordilheira, mas fiquei absolutamente apaixonada por Buenos Aires e pelos porteños.

A última semana e meia de férias é aquela de curtir a preguiça. Mas eu tinha que ter pego um freela justa agora? Saco! Mas vamos que vamos, porque, por incrível que pareça, tô morrendo de saudades do UOL e todo o seu povo, oras bolas!

De volta no tempo

2009 outubro 5
por Bárbara Paludeti

Essa versão em inglês da música do Exaltasamba é ótima, não é? “Eu me apaixonei pela pessoa errada / Ninguém sabe o quanto que eu estou sofrendo / Sempre que eu vejo ele do seu lado / Morro de ciúmes, tô enlouquecendo”.

E ela me fez lembrar tipo a adolescência, sabe? Quando eu sempre achava que estava apaixonada a cada semana por um carinha diferente, geralmente era sempre o mais popular/bonitão da escola. E, óbvio, eles nunca me deram bola. =(

E me fez refletir que o momento atual da minha vida está se parecendo muito com a minha adolescência, sabe? Acho que sempre estou me apaixonando… é incrível! A diferença é que, como estou mais velha, tenho um pé atrás cagaço muito, muito grande, beeeeem diferente daquela época.

E o pior de tudo isso? Acabo ficando sem ninguém por medo de arriscar, com medo de me envolver e dilacerar o meu coração. Que saco ser adulto!

Quero voltar a ser teen. Ou melhor, quero voltar a ter a “despretensão” da adolescência. Como fazer, hein?

“Vamos tentar, né? Quem sabe dá certo?” vai ser o meu mantra daqui pra frente, oras bolas!

Das gratas surpresas da vida

2009 setembro 23
por Bárbara Paludeti

Há tempos venho pensando em escrever este post. Chegou a hora.

A vida nos dá rasteiras, certo? E como. Nos últimos tempos, eu que o diga. Mas como diz a frase permanente do meu msn, “a vida não é justa, mesmo assim é boa”… tenho tido gratas surpresas no tocante ao meu convívio.

Algumas pessoas passam pela nossa vida. E é isso: simplesmente passam, sem deixar qualquer tipo de marca. Outras passam e marcam território, como os cachorros, hehehehe.  Algumas ficam pra sempre.

Pois é, eu achei que algumas amizades fossem pra sempre. Mas não foram. Circunstâncias mal explicadas, mal elaboradas e mal resolvidas fizeram com que algumas amizades fossem embora. Assim, sem mais nem menos. Uma pena. Mas a gente toca em frente.

Ao mesmo tempo, pessoas maravilhosas têm surgido no meu convívio. Pode parecer brega piegas, mas é real. Tenho conhecido e tomado contato com alguns seres humanos que têm feito meus dias melhores e mais felizes.

Pessoas essas que de uma forma ou de outra já são parte da minha vida e sempre serão. Desde conversas descompromissadas no msn a altos papos cabeça pessoalmente, elas têm preenchido meu coração. E nem devem ter noção do quanto me fazem bem.

Por isso a vida é boa, apesar de injusta. Porque nos tira algumas pessoas da convivência, mas outras surgem harmoniosamente e vão tomando seu espaço. Quando me dou conta, já ocupam um espação enorme no meu dilacerado coração.

As gratas surpresas da vida são inesperadas. As pessoas que se aproximam e vão arrancando um pedaço do meu coração (no bom sentido), talvez nem se deem conta de quem têm feito isso. Mas têm. E isso é muito bom.

Alguns anos atrás eu era bastante conformada com as amizades que tinha. “Tá bom assim, não preciso mais fazer amigos”. De uns três anos pra cá que me dei conta de que este é um processo contínuo e eterno. E como é bom, gente.

Lidar com pessoas é difícil, um aprendizado eterno e diário. Espero que de alguma forma eu tenha preenchido algum espaço e feito algum bem a essas pessoas que tanto têm me ajudado sem nem mesmo saber.

Fica a dica: faça amigos sempre, permita-os serem importantes pra você e mostre a sua fragilidade (todos temos), oras bolas!

Você sabia? (II)

2009 setembro 16
por Bárbara Paludeti

Fantástico, não, oras bolas?!?